O dono da bola e o dono do jogo

O dono da bola não manda no jogo, mas pode decidir o que será feito dela e quais regras devem ser seguidas. Da mesma forma, o dono de uma empresa não deveria intervir no dia a dia da gestão, mas aprovar o que os gestores irão executar e cobrar os resultados. Certamente você já ouviu alguém dizer: “ninguém veste camisa, eu tenho que fazer tudo porque se ficar esperando a minha equipe nada acontece” ou até mesmo: “eu quero muito fazer, mas sei que o patrão vai querer fazer do jeito dele então é melhor esperar”. A boa notícia é que temos solução para estes casos, basta aplicar um dos princípios da governança corporativa. Este artigo aborda como a separação entre o dono da bola e o dono do jogo facilita a tomada de decisão, melhora o foco em resultados e organiza o relacionamento com gestores. Se você trabalha em uma empresa familiar, perceberá a importância desta prática para evitar desgastes nos relacionamentos familiares e para tornar possível uma sucessão na gestão com êxito.

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Fabio Matuoka Mizumoto é Mestre e Doutor em Administração pela FEA-USP (Faculdade de
Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo), respectivamente em
2004 e 2009. Sandwich na Olin Business School, Washington University in St. Louis em 2008.
Engenheiro Agrônomo pela ESALQ-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz), em
2001.
E-mail:mizumoto@markestrat.org

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