O que acontecerá com a distribuição de insumos no Brasil com a entrada de fabricantes de Chineses, Indianos e Paraguaios?

Nos últimos anos vivenciamos a ampliação da capacidade global de produção de insumos agrícolas, especialmente fertilizantes e defensivos. A capacidade global de produção de agroquímicos supera o consumo, o que amplia a pressão de venda para o agricultor. Neste cenário de elevada rentabilidade e excesso de oferta, empresas indianas, chinesas e Paraguaias investem em capacidade produtiva de defensivos para comercialização no Brasil. Como será o futuro com a migração de parte da produção das tradicionais multinacionais americanas e europeias para as indianas, chinesas e paraguaias? A comercialização de agroquímicos no Brasil apresenta inúmeras barreiras à entrada, como: 1. Registro de Produtos: As empresas que desejam comercializar agroquímicos no Brasil precisam formalizar uma organização no território nacional para solicitação de registro de produto perante o Estado. Este registro contempla tanto produtos formulados como produtos técnicos (princípio ativo). Este processo é complexo e moroso, tradicionalmente leva de 4 a 7 anos para aprovação;

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Matheus Kfouri Marino – Especialista em gestão de revendas e cooperativas agroindustriais. Doutor em Administração pela FEARP-USP em 2005. Mestre em Engenharia de Produção pela UFSCar em 2011. Engenheiro Agrônomo na FCAV-UNESP. Atualmente é professor da FGV-EESP e coordenador acadêmico dos MBAs em agronegócios da FGV. Sócio da Markestrat.
Email: mmarino@markestrat.org

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